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Você sabia que em 14 de agosto de 2018 foi promulgada a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)?

Em resumo, essa lei tem como objetivo regular as atividades em relação aos dados pessoais dos cidadãos. Prevê que todos os dados pessoais e dados sensíveis só possam ser coletados com a autorização do usuário. A LGPD traz consigo maior segurança e privacidade para os indivíduos.

A lei está em período de vacância (foi publicada, mas ainda não é vigente). No dia 12 de junho, foi publicado no Diário Oficial da União, a Lei 14.010/2020, estabelecendo que as sanções administrativas e multas referentes a LGPD, passem a vigorar a partir de 1º de agosto de 2021. Ainda a Medida Provisória 959/2020, publicada no dia 29 de abril, em uma edição extra do DOU, está vigente temporariamente, estabelecendo como prazo inicial de vigência da Lei, 03/05/2021.

Essa não é uma preocupação apenas da TI, os dados são relativos à toda a organização, setores como: Marketing, recursos humanos, financeiro, comercial e outros, tratam com dados. Por isso é necessário trabalharmos juntos para nos adequarmos à essa nova realidade.

 

A equipe de TI da Itaminas acompanha de perto as informações sobre essa nova lei, em breve traremos maiores informações.

 

Você pode acessar a lei em sua totalidade no link abaixo:  

Acesse aqui!

 

Caminhamos juntos!

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Iniciada terceira fase da campanha de vacinação contra a gripe

Pessoas que fazem parte de etapas anteriores e que ainda não foram imunizadas poderão se vacinar até 5/6

A terceira etapa da 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza acaba de começar em todo o estado. Esta fase da campanha foi subdividia em dois momentos: o primeiro, que vai de 11 a 17/5, tem por objetivo vacinar crianças de 6 meses a menores de 6 anos, grávidas, mães no pós-parto e pessoas com deficiência; já a outra fase, de 18/5 a 5/6, tem como meta vacinar professores da rede de escolas públicas privadas.

A subdivisão foi adotada como estratégia pelo Ministério da Saúde (MS) para evitar aglomerações nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos municípios, assim como ocorreu com o cancelamento do Dia “D” de mobilização nacional.

Segundo a coordenadora Estadual do Programa de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Josianne Gusmão, na atual situação de enfrentamento à covid-19, é muito importante que haja grande adesão da população à campanha. A expectativa é vacinar 3.583.349 pessoas desse público em todo o estado.

“Neste momento de pandemia, vacinar contra a influenza é ainda mais importante. A vacina protege as pessoas contra as complicações e os casos mais graves da gripe. Por isso, quanto mais pessoas se vacinarem, menos hospitalizações e óbitos teremos no estado decorrente da influenza. Assim, a vacina diminui os impactos sobre os serviços de saúde”, afirma Josianne.

Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32 e 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39 a 75% a mortalidade global e, ainda, diminuir em aproximadamente 50% as doenças relacionadas. “A vacina contra influenza é a medida de prevenção mais importante para proteger contra a doença”, aponta a coordenadora.

Balanço parcial

Segundo dados do DataSUS, até a última sexta-feira (8/5) foram vacinadas 2.710.281 pessoas com 60 anos ou mais, além de 513.582 trabalhadores de saúde. Na segunda fase, a imunização chegou a 1.625.085 cidadãos do público que incluía indígenas, pessoas com comorbidades, pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional, forças de segurança e salvamento, caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo.

“Aqueles que estão incluídos no público da primeira e segunda fases da campanha e que ainda não foram se vacinar podem procurar os postos de saúde até o dia 5/6, data em que se encerra a campanha”, alerta Josianne.

Agência Minas

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Produção industrial cai 9,1% em março, diz IBGE

Esse foi o maior recuo desde maio de 2018 (-11%)

A produção industrial brasileira teve uma queda de 9,1% na passagem de fevereiro para março deste ano. Esse foi o maior recuo desde maio de 2018 (-11%) e o pior mês de março desde 2002. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado é reflexo das medidas de isolamento social provocadas pela pandemia de covid-19.

Na comparação com março de 2019, a queda chegou a 3,8%. A indústria acumula perdas de 2,4% na média móvel trimestral, 1,7% no ano e 1% em 12 meses.

“Esse impacto da pandemia fica evidenciado quando se compara com o mês de fevereiro, já que a taxa é fortemente negativa e representa a queda mais intensa desde maio de 2018, quando houve a greve dos caminhoneiros. E não apenas pela magnitude da taxa, mas também pelo alargamento por diversas atividades, incluindo todas as quatro categorias econômicas e 23 das 26 atividades pesquisadas”, afirma o pesquisador do IBGE André Macedo.

Na passagem de fevereiro para março, houve quedas na produção em 23 dos 26 ramos industriais pesquisados, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (-28%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-37,8%), bebidas (-19,4%), couro, artigos para viagem e calçados (-31,5%) e produtos de borracha e de material plástico (-12,5%).

Por outro lado, três atividades tiveram alta na produção: impressão e reprodução de gravações (8,4%), perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (0,7%) e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (0,3%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, a principal queda ficou com bens de consumo duráveis (-23,5%). As demais categorias tiveram as seguintes taxas de queda: Os setores de bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (-15,2%), bens de consumo semi e não-duráveis (-12%) e bens intermediários, isto é, insumos industrializados usados no setor produtivo (-3,8%).

Agência Brasil