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Iniciada terceira fase da campanha de vacinação contra a gripe

Pessoas que fazem parte de etapas anteriores e que ainda não foram imunizadas poderão se vacinar até 5/6

A terceira etapa da 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza acaba de começar em todo o estado. Esta fase da campanha foi subdividia em dois momentos: o primeiro, que vai de 11 a 17/5, tem por objetivo vacinar crianças de 6 meses a menores de 6 anos, grávidas, mães no pós-parto e pessoas com deficiência; já a outra fase, de 18/5 a 5/6, tem como meta vacinar professores da rede de escolas públicas privadas.

A subdivisão foi adotada como estratégia pelo Ministério da Saúde (MS) para evitar aglomerações nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos municípios, assim como ocorreu com o cancelamento do Dia “D” de mobilização nacional.

Segundo a coordenadora Estadual do Programa de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Josianne Gusmão, na atual situação de enfrentamento à covid-19, é muito importante que haja grande adesão da população à campanha. A expectativa é vacinar 3.583.349 pessoas desse público em todo o estado.

“Neste momento de pandemia, vacinar contra a influenza é ainda mais importante. A vacina protege as pessoas contra as complicações e os casos mais graves da gripe. Por isso, quanto mais pessoas se vacinarem, menos hospitalizações e óbitos teremos no estado decorrente da influenza. Assim, a vacina diminui os impactos sobre os serviços de saúde”, afirma Josianne.

Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32 e 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39 a 75% a mortalidade global e, ainda, diminuir em aproximadamente 50% as doenças relacionadas. “A vacina contra influenza é a medida de prevenção mais importante para proteger contra a doença”, aponta a coordenadora.

Balanço parcial

Segundo dados do DataSUS, até a última sexta-feira (8/5) foram vacinadas 2.710.281 pessoas com 60 anos ou mais, além de 513.582 trabalhadores de saúde. Na segunda fase, a imunização chegou a 1.625.085 cidadãos do público que incluía indígenas, pessoas com comorbidades, pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional, forças de segurança e salvamento, caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo.

“Aqueles que estão incluídos no público da primeira e segunda fases da campanha e que ainda não foram se vacinar podem procurar os postos de saúde até o dia 5/6, data em que se encerra a campanha”, alerta Josianne.

Agência Minas

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Produção industrial cai 9,1% em março, diz IBGE

Esse foi o maior recuo desde maio de 2018 (-11%)

A produção industrial brasileira teve uma queda de 9,1% na passagem de fevereiro para março deste ano. Esse foi o maior recuo desde maio de 2018 (-11%) e o pior mês de março desde 2002. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado é reflexo das medidas de isolamento social provocadas pela pandemia de covid-19.

Na comparação com março de 2019, a queda chegou a 3,8%. A indústria acumula perdas de 2,4% na média móvel trimestral, 1,7% no ano e 1% em 12 meses.

“Esse impacto da pandemia fica evidenciado quando se compara com o mês de fevereiro, já que a taxa é fortemente negativa e representa a queda mais intensa desde maio de 2018, quando houve a greve dos caminhoneiros. E não apenas pela magnitude da taxa, mas também pelo alargamento por diversas atividades, incluindo todas as quatro categorias econômicas e 23 das 26 atividades pesquisadas”, afirma o pesquisador do IBGE André Macedo.

Na passagem de fevereiro para março, houve quedas na produção em 23 dos 26 ramos industriais pesquisados, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (-28%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-37,8%), bebidas (-19,4%), couro, artigos para viagem e calçados (-31,5%) e produtos de borracha e de material plástico (-12,5%).

Por outro lado, três atividades tiveram alta na produção: impressão e reprodução de gravações (8,4%), perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (0,7%) e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (0,3%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, a principal queda ficou com bens de consumo duráveis (-23,5%). As demais categorias tiveram as seguintes taxas de queda: Os setores de bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (-15,2%), bens de consumo semi e não-duráveis (-12%) e bens intermediários, isto é, insumos industrializados usados no setor produtivo (-3,8%).

Agência Brasil

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Estimular qualidade do sono na quarentena é eficaz contra doenças

Psicóloga dá sugestões que podem ajudar durante isolamento social

O isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus e toda a crise mundial do momento têm gerado na população ansiedade, medo e incertezas, que resultam em muitos pensamentos com consequências negativas para a saúde física e mental, entre elas as alterações do sono.

O arquiteto Evandro Melato tem sentido a alteração no sono há cerca de duas semanas. Ele conta que antes o sono era bom, embora já tomasse um remédio para ajudar a dormir. “Tomo medicamento controlado há cinco anos para dormir, mas com tudo isso tenho ficado muito cansado e mais ofegante, com ansiedade, às vezes, até confundo com a sensação de que estou com coronavírus, mas nada mais é do que a minha ansiedade!”, relata.

Ele conta que tem acordado à noite e demorado a ter sono novamente. “O isolamento e a tensão toda têm me deixado bastante incomodado e mais ansioso do que sou. E o remédio não está mais fazendo efeito, porque antes eu tinha a agitação do dia, com afazeres mais intensos, e hoje, com esse enclausuramento, eu não gasto energia e acho que o remédio não é suficiente. Antes eu me deitava, dormia e só no outro dia”.

Assim como ele, a empresária Juliana Laviola está com o sono alterado. “Não sei se é a preocupação com o isolamento ou pós-isolamento, o fato é que estou dormindo mal, acordando com mil coisas na cabeça, e o sono não é mais o mesmo desde que começou essa confusão”.

Para ela, além de ficar muito tempo em casa, sem a rotina normal, há a questão da preocupação com o futuro. “No meu caso, como sou empresária, penso como vai ficar o meu setor, se vamos permanecer no mercado, se terei que demitir funcionários, como o governo vai fazer, isso acaba prejudicando a questão do sono. Tento relaxar, mas tenho acordado três vezes à noite e ‘atacado’ a geladeira, essa ansiedade tem me rendido essa insônia e uns quilos a mais”, lamenta.

O assessor de imprensa Walace Nolasco tem tentado manter a rotina ativo, mesmo assim a insônia o tem atrapalhado. “Comprei uns aparelhos, tenho feito ginástica em casa, mas realmente tenho tido dificuldade para dormir. Além de a gente ficar nessa tensão toda, fico realmente sozinho, moro sozinho. E como não tenho saído à noite mais, a gente fica muito solitário, o que perturba”.

Para ele, o home office também influencia o sono. “Estou sendo muito acionado para trabalhar à noite, isso me deixa muito ativo e sem sono, estou trabalhando muito mais do que antes, em casa a gente fica naquela obrigação de atender. E olha que eu tomo hormônio do sono há dez anos, mas estou tendo dificuldade de começar a dormir.  Essa conjuntura está deixando a gente muito aflito, por mais que eu tente manter uma rotina, não tenho mais o momento de relaxar”.

A professora do curso de Psicologia da Universidade Cruzeiro do Sul, Ksdy Maiara Moura Sousa, explica que o sono é uma função importante para a saúde, pois ele permite não só a restauração e recuperação energética do corpo, mas também, melhora o humor e o aprendizado. “Em situações de estresse e alteração da rotina, passamos a ter hábitos que mudam nosso comportamento em relação ao sono, muitas vezes prejudicando a qualidade dele”, afirma.

Diante da situação atual, dormir bem é uma estratégia importante para evitar o adoecimento mental e físico e, pensando nisso, a especialista desenvolveu uma cartilha psicoeducativa sobre qualidade do sono e isolamento social que pode ajudar a Juliana, o Evandro, o Walace e tantas outras pessoas que sofrem com as alterações do sono neste período.

Veja as dicas listadas pela psicóloga que podem ser eficazes na melhora da qualidade do sono.

– Estabeleça horários para dormir e acordar: a rotina do sono é fundamental para estabelecer e manter o nosso ritmo biológico. O nosso cérebro adora previsibilidade e essa rotina beneficia o nosso sistema.

– Evite ficar o dia todo no quarto ou de pijama: levante, abra a janela do quarto, coloque uma roupa para passar o dia. Isso mostra ao seu cérebro que o dia começou e faz com que ele se prepare para as atividades programadas.

– Exponha-se à luz solar e seja ativo durante o dia: o nosso corpo precisa produzir hormônios que induzam ou que levem ao sono. “Uma maneira adequada é se expor à luz solar, pois, assim, o corpo entende que o dia foi feito para estarmos ativos e a noite para descansar”.

– Evite dormir muitas horas durante o dia: visto que nosso cérebro precisa associar dia com atividade e noite com descanso, se dormirmos muito durante o dia, a tendência é dormir muito mais tarde à noite. “Isso pode alterar seu ritmo biológico e levá-lo a desenvolver um quadro de insônia”.

– Use seu quarto e sua cama apenas para dormir: não trabalhe, leia, se alimente ou estude na cama. Seu cérebro precisa entender que ali é um local de descanso.

– Diminua o uso de aparelhos eletrônicos duas horas antes de dormir: a luz dos celulares e das TVs é extremamente estimulante, impedindo que o cérebro relaxe.

– Evite consumir bebidas estimulantes e alcoólicas perto do horário de dormir: o consumo de café, chás estimulantes e energéticos podem prejudicar o início do sono, aumentando as chances de insônia. “O álcool, apesar de causar sonolência, leva a um sono de pouca qualidade”.

– Faça atividade física durante o dia: praticar exercícios físicos ajuda na qualidade e consolidação do sono, porém, se possível, evite fazer atividades intensas à noite.

– Planeje o dia: tenha uma rotina de trabalho e estudo com local, horários e tarefas a serem realizadas no dia, dessa forma, você não se sobrecarrega ou passa a noite trabalhando.

– Anote os pensamentos e ideias antes de ir para a cama: fazer isso evita os pensamentos incontroláveis antes de dormir, diminuindo o estresse e a ansiedade.

– Medite, respire e relaxe antes de ir para cama: ter um momento para respirar e meditar auxilia muito a desacelerar a mente, favorecendo uma boa noite de sono.

– Não espere o sono chegar na cama. “Ir para a cama sem sono pode aumentar a ansiedade e condicionar a associar o quarto e a hora de dormir como algo ruim, por isso, é importante praticar atividades relaxantes antes de dormir”.

Agência Brasil

Cartilha Todos contra o Coronavírus

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O CÉREBRO SAUDÁVEL

“Seu cérebro pesa cerca de um quilo e meio, têm 150 quilômetros de vasos sanguíneos, têm mais neurônios do que existem estrelas na via láctea e pode estar sofrendo neste momento, sem que você faça a menor idéia…”

O que podemos fazer para manter e ou melhorar a saúde do cérebro?

 

  • MANEIRAS DE MANTER O CEREBRO JOVEM E SAUDÁVEL
  1. Manter o cérebro sempre ativo aprendendo coisas novas ao longo de toda sua vida. Também é bom estudar, ler e aprender a tocar um instrumento musical.

Você é responsável por seu desenvolvimento intelectual.

 

  1. Atividade física regular. O cérebro faz parte do corpo.

Para preservar a saúde do corpo é necessário fazer atividade física regularmente como caminhar, nadar, correr, musculação, ou seja, exercícios aeróbicos e força.

Um bom preparo físico melhora o sono, o humor e o relacionamento pessoal. Ajuda a controlar a pressão arterial, a controlar a glicemia e os níveis de colesterol e de triglicérides.

 

Sedentarismo NÃO!

 

  1. Alimentação saudável. O corpo é uma máquina biológica e como máquina, vai funcionar de acordo com aquilo que você coloca dentro dele. Evitar carboidratos simples, diminuir os açúcares (o que já é açúcar ou o que vai se transformar em açúcar ”no escurinho do corpo”): pão branco, farinhas brancas, batata frita, margarina, sobremesas doces, óleos hidrogenados (de soja, milho, girassol, canola – prefira o óleo de coco, azeite extra virgem, óleos de castanhas e manteiga sempre que possível). Pouca coisa é pior que o açúcar que é inflamatório e tudo que é inflamatório vai trazer doença para o cérebro também. Aumente o consumo de vegetais, em especial as verduras de cor escura e vegetais coloridos. Dê preferência ao sal grosso (não refinado) ou ao sal rosa do Himalaia. Beba água (30 ml por quilo de peso por dia).

A sugestão é que metade de seu prato deve ser de vegetais coloridos e folhas verdes escuras, e a outra metade seja composta de proteínas e carboidratos complexos.

 

Cuidar de sua alimentação também é cuidar de seu cérebro.

 

  1. Sono. Dormir mal provoca doenças cardiovasculares como hipertensão arterial, infarto, AVC, doenças cerebrais como depressão, ansiedade, perda da memória e demência, entre outras. Dormir bem é fundamental para o cérebro é durante o sono que as toxinas são eliminadas e os hormônios são produzidos. Lembrando que estamos falando do sono natural, em quarto escuro e confortável e não do sono induzido por substâncias químicas como o Rivotril por exemplo (3 meses de uso de Rivotril pode desencadear demência!).

 

Evitar uso de cigarros e excesso de café

Quantidade de sono ideal por dia (cientificamente atualizada):

RN (0 a 3 meses) 14 a 17 horas
4 a 11 meses 12 a 15 horas
1 a 2 anos 11 a 14 horas
3 a 5 anos 10 a 13 horas
6 a 13 anos 9 a 11 horas
14 a 17 anos 8 a 10 horas
18 a 25 anos 7 a 9 horas
26 a 65 anos 7 a 9 horas
Maiores de 65 anos 7 a 8 horas

É durante o sono que o cérebro organiza suas ideias e suas memórias!

  1. Reduzir o stress. O stress se tornou algo comum, mas não é normal. Diminuir o stress pode não estar no seu controle, mas existem coisas que podem te ajudar, como ambiente de trabalho e familiar saudáveis e evitar dívidas. Quando for comprar algo se perguntar sempre: eu preciso ou eu quero? Se eu preciso, eu posso agora ou preciso economizar primeiro para comprar sem fazer dívidas? Ter uma reserva financeira para suas emergências ou para fazer negócios de oportunidades que possam surgir; ter lazer de qualidade, além de atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável como citado acima.

 

Reduzir o stress melhora o sono e o foco e retarda o envelhecimento.

 

  1. Meditação. É simples, mas não é fácil. Se você ainda não consegue fazer meditação, reserve pelo menos alguns minutos do seu dia para ficar sozinho e em silêncio e tentando não pensar!

 

PRESERVE SEU CÉREBRO PARA VIVER SEMPRE, INCLUSIVE NA SUA VELHICE, COM SAÚDE, SENDO CAPAZ DE DECIDIR, ESCOLHER, LEMBRAR E SENDO UMA PESSOA AUTÔNOMA E LEVE.

Assim:

“Vá exercitar seu cérebro!

Vá se mexer!

Vá se alimentar melhor!

Vá dormir sono de qualidade!

Vá meditar!

Vá reduzir o stress!”

 

Fontes: http:// neuroVox

Pedro Calabrez,

A Dieta da Mente

Dr. David Perlmutter